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É preciso o empresário adequar-se ao “novo normal”

 

 

“Existe uma norma legal. As pessoas vão fazendo as coisas do seu jeito, mas existem novos protocolos que, se não forem seguidos, podem dar zebra e gerar comprometimentos jurídicos às empresas”. O alerta é do contador Francisco França Fernandes, diretor da Ekil, sugerindo às empresas a adoção de medidas de compliance no retorno às atividades no pós-pandemia.

 

Adotar um programa de compliance auxilia as empresas a mitigar, identificar e remediar os riscos de violações das leis, normas e procedimentos. “Quem não tiver o mínimo de cuidado no retorno aos trabalhos, não estará mais no mercado. Independentemente do pedido deles ou não, estamos sendo proativos colocando-nos à disposição para ajudar”, diz França, ao explicar que o escritório auxilia os clientes a se adequarem ao “novo normal”. “Poucos clientes têm recursos robustos para adoção do compliance, a maioria pede ou não faz nada. Por isso nos sentimos na obrigação de dar um apoio, principalmente agora que as operações estão sendo retomadas”, completa.

 

Um bom compliance pode evitar que a empresa incorra em custos e contingências com investigações, multas, interrupção das atividades e perda de contratos, pois, entre os seus principais objetivos estão a análise dos riscos operacionais, desenvolvimento de melhorias contínuas e adequação às normas vigentes, gerenciamento e gestão de pessoas e fiscalização das conformidades contábeis.

 

 

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