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Capital de giro é essencial à “saúde” de sua empresa

 

 

Aos poucos as empresas, nos mais diferentes setores, estão voltando a operar após meses de paralisação por conta do covid-19. Nesse retorno dos trabalhos, é preciso ser assertivo no controle financeiro para que a receita não seja comprometida. Há também companhias em busca de crédito no mercado. O problema é que poucos empresários realmente entendem a importância do capital de giro na expansão e retomada do negócio. 

 

A equipe de profissionais da Ekil Contábil registra um crescimento de cerca de 30% na busca de informações de seus clientes sobre linhas de crédito para capital de giro. “Muitas empresas estão buscando informações e há no mercado algumas linhas de empréstimo interessantes. Mas é fundamental que o cliente saiba que esse empréstimo não é dinheiro para pegar de forma particular e pagar contas pessoais. Se pensar dessa forma, a empresa vai à falência”, afirma o contador Francisco França Fernandes, diretor da Ekil. 

 

De acordo com França, o capital de giro, ainda mais em tempos de pós-pandemia, é fundamental para a retomada dos negócios e o crescimento da empresa. Sem ele, há dificuldade para compra de produtos, pagamento de funcionários e aluguel, por exemplo. “Mas não adianta pegar dinheiro emprestado e não tiver um planejamento sustentável. A linha de crédito serve para dar fôlego financeiro à empresa, mas é preciso ter um plano de negócios definido e bem controlado”, revela o diretor da Ekil. 

 

Uma pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) constatou que 80% dos negócios de pequeno porte buscam crédito apenas nos cinco principais bancos do país. Mas França lembra que o governo federal lançou uma linha de crédito para micro e pequenas empresas no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

 

Os empréstimos do Pronampe têm taxa de juros anual igual à Selic, mais 1,25 ponto percentual ao ano. Atualmente, a Selic está em 2,25% ao ano. Com isso, a taxa máxima anual seria de 3,5%. Além disso, os financiamentos têm prazo de 36 meses, com oito de carência. “Esse é o programa que tenho indicado para os nossos clientes, pois é um programa específico criado pelo governo, custo baixo de juros, um prazo de carência razoável e não há necessidade de oferecer nenhuma garantia real”, explica. 

 

A equipe da Ekil auxiliou com informações e ofereceu todo apoio para obtenção do crédito aos seus clientes e dos que se interessaram 60% conseguiram. “A corrida foi grande, dinheiro disponibilizado insuficiente, houve deficiência no planejamento e nos sistemas dos bancos, mas ainda assim quem conseguiu valeu a pena. Ainda não terminou, temos clientes aguardando retornos do Banco do Brasil e Caixa Econômica, o Bradesco ficou de liberar no final de julho e Santander ainda não se manifestou”, diz França. 

 

Ainda segundo ele, deverão surgir outras possibilidades de crédito. O governo, acredita ele, poderá liberar novas linhas como a FGI, a linha de crédito sobre maquininha de cartão e linha de crédito sobre folha. “Assim, quem não conseguiu o Pronampe não precisa ficar aflito. Procure a Ekílibrio, que está sempre informada sobre as linhas de crédito e à disposição para dar todo apoio necessário”, afirma o contador. 

 

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